terça-feira, 28 de junho de 2011

Carta ao pedante




Olá homem, ser prepotente.


Agora que é doutor, acha que sabe tudo, que pode tudo.

Respondo ao senhor: tem coisa que só a natureza faz por você. Na praia, ouve-se o som do mar e da ventania que dele vem. Que música é essa que nos faz acalmar, tanto?! Não tem instrumento musical que reproduza aquilo com tamanha perfeição. Digo mais, conforme meu avô: reúna os melhores cientistas do mundo e mande que reproduzam um caroço de feijão, de modo artificial.

Depois converse comigo, Deus.

Aquele abraço,


Um reles mortal.

domingo, 19 de junho de 2011



O tempo passa.

O pavio está cada vez mais curto.

A bomba vai explodir.

A rua não tem saída.

Fim de salário.

Desespero que nem droga “dá jeito”.

Afogamento em lágrimas.

Eterna enxaqueca.

Solução, só na próxima vida.